Rio de Janeiro — O domingo foi de clássico quente e decisão no Estádio Nilton Santos. Em jogo eliminatório pelas quartas de final do Campeonato Carioca, o Flamengo venceu o Botafogo por 2 a 1 e carimbou a vaga na semifinal, em uma partida marcada por intensidade, alternância emocional e desfecho nos minutos finais.
O Rubro-Negro saiu na frente ainda no primeiro tempo com Lucas Paquetá, aproveitando recuperação de bola e finalização precisa para abrir o placar e dar ao time um controle inicial do roteiro. O Botafogo respondeu na etapa final: cresceu em imposição física, empurrou o Flamengo para trás por bons momentos e chegou ao empate com Alexander Barboza, em lance aéreo que recolocou o Nilton Santos em ebulição.
Quando o jogo parecia caminhar para uma reta final de tensão máxima, o Flamengo foi mais eficiente no detalhe que decide mata-mata: na bola parada. Após cobrança pela esquerda e disputa na área, Erick Pulgar apareceu para marcar o gol da classificação — um golpe duro no Botafogo e um alívio imediato para o lado rubro-negro.
A vitória do Flamengo diz menos sobre domínio contínuo e mais sobre maturidade competitiva. Houve momentos em que o Botafogo foi superior em volume e presença no terço final, mas o time rubro-negro soube “sobreviver” ao período de pressão, manteve organização defensiva e, sobretudo, castigou no instante certo — um traço típico de equipe que entende o peso de confronto eliminatório.
Além do clássico, o fim de semana de quartas no Carioca teve drama em São Januário: o Vasco eliminou o Volta Redonda nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal. O resultado manteve o clima de decisão no Estadual e desenhou um mata-mata com margem mínima para erro.
Se você me disser quais “outros jogos de ontem” você quer que eu inclua (Carioca completo, estaduais pelo Brasil ou futebol europeu), eu reviso a matéria numa versão “rodada geral” — mas o bloco do Flamengo já está 100% corrigidocom adversário, placar, autores dos gols e contexto do gol decisivo.