A Operação Lei Seca completa 17 anos de atuação no Estado do Rio de Janeiro consolidada como uma das principais políticas públicas de segurança no trânsito do país. Criada com o objetivo de combater a combinação entre álcool e direção, a iniciativa apresenta resultados expressivos tanto na fiscalização quanto na conscientização dos motoristas.
Entre 2021 e 2025, período em que o governador Cláudio Castro está à frente do estado, os investimentos na operação cresceram mais de 200%. Os recursos foram aplicados na ampliação das ações, incluindo a criação de um núcleo de monitoramento por drones, aquisição de etilômetros modernos, rádios transmissores, vans adaptadas, motocicletas, além de equipamentos de sinalização e uniformes.
Desde o início das atividades, em 2009, até março de 2026, foram realizadas 42.460 operações em diferentes regiões do estado. Ao todo, 4.881.060 motoristas foram abordados e 4.553.433 testes de etilômetro aplicados, reforçando a presença constante das equipes nas ruas.
De acordo com o governador Cláudio Castro, a operação tem papel fundamental na preservação de vidas e na mudança de comportamento dos condutores.
— A Operação Lei Seca tem sido essencial para salvar vidas. É uma ação que une educação e fiscalização. A redução de 40% no número de pessoas feridas ao longo desses anos mostra que estamos no caminho certo para um trânsito mais seguro — destacou.
Ao longo dos 17 anos, mais de 360 mil ocorrências envolvendo consumo de álcool ao volante foram registradas, retirando de circulação motoristas que representavam risco à população.
Os impactos também aparecem nos indicadores de segurança viária. Em comparação com 2008, período anterior à consolidação da Lei Seca, o estado registrou queda superior a 21% na taxa de mortes no trânsito até 2025. Já o número de pessoas feridas apresentou redução de 38,6%.
Com média de 2.529 operações por ano e cerca de 287 mil motoristas abordados anualmente, a Operação Lei Seca mantém atuação contínua em todo o território fluminense, incluindo capital e interior. A combinação entre fiscalização rigorosa e ações educativas tem contribuído para consolidar a conscientização de que dirigir após consumir álcool é uma prática perigosa e passível de punições.